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Por que não vemos nada em Marte?

832 Visualizações, Iniciado por Ram, 13 de Abril de 2025

Ram

#VidaemMarte#MarteSegundoEspiritismo


Bem, esse "nada" é em termos. O Reino Mineral é um ser vivo – tanto quanto o espaço, a luz e a gravidade. Porém as visitas robóticas e as sondas orbitais deixaram claro: o que todos queriam ver não está lá.

Os mais encucados com isso são os leitores de Cartas de uma morta (1935), Novas mensagens (1940) e de A vida no planeta Marte e os discos voadores (1955). Mas vamos com calma...

Dez anos antes de Maria João de Deus escrever suas cartinhas pro filho – o jovem Chico Xavier –, já havia um comunicado espírita recebido em Ivaí (PR) descrevendo a vida no Sol. Vida física, bem entendido. Só que naquelas folhas manuscritas havia uma revelação: embora seja um mundo físico, ele tem várias camadas superpostas desde a mais densa até a mais sutil. O autor, Monge Voes, deixou tudo bem explicado. Não se trata de planos astrais, celestiais. Naquelas faixas de vida vivem pessoas encarnadas, fauna, flora e um magnífico ambiente mineral.

Voltando pra Marte... Os escritores do Além podem ter visto todas aquelas coisas que descreveram, porém faltou dizer que os terrestres não as poderiam ver nem ouvir.

Bem, eu acredito nos comunicados mediúnicos sobre a vida marciana. Basta imaginar uma camada de matéria física mais sutil – algo que encontraria embasamento na Teoria Quântica.

Continua...

Ram

...Continuação



A imagem acima já diz tudo. Deve haver outra esfera física marciana, aqui mostrada muito maior do que a pequena esfera que vemos. Mas ela pode ser de qualquer tamanho.

Assim, a vida em Marte B continua, embora menos abundante do que foi há milhões de anos. É o que se depreende das informações espirituais: solo seco muito permeável, água escassa, mares pequenos e rasos.

E a vida no tradicional Marte A, hoje extinta, pode ter sido ubérrima num passado que se perde na madrugada dos tempos.



Indo além dos escritos de Maria João de Deus e de Humberto de Campos, o livro de Ramatis ainda refere vida em um dos satélites marcianos, aquelas pequenas pedras (pequenas em termos de satélites).

O maior satélite marciano é Fobos, então vamos ficar com ele como exemplo. Basta olhar pra cara do satélite e concluir que aquilo nunca foi habitado no nível A. Porém, aplicando essa teoria da camada física sutil, surge um Fobos B, com muita ou pouca vida, Deus sabe.





Na arte abaixo, de Ludovic Celle, tem-se uma ideia do tamanho reduzido de Fobos. É como se o satélite marciano estivesse caindo sobre a comuna universitária francesa de Grenoble, com cerca de 150.000 habitantes. Parece filme de ficção científica – daqueles assustadores. O nome Fobos vem do grego phóbos: medo, terror, brrrr.


https://ludocelle.artstation.com/projects/xXeb1




Frum Patrcia